Despedida de Montevideo

Quando decidimos ficar 4 dias no Uruguai, a ideia original era passar 2 na capital, 1 em Colonia e 1 em Punta del Este. Como compramos a passagem “no susto” para aproveitar a promoção, somente depois pesquisamos e decidimos que não valeria a pena ir a Punta, portanto, ficando com um dia extra em Montevideo. O que resolvemos fazer no último dia poderia ter sido facilmente encaixado nos outros dois dias, mas lá estávamos nós com um dia inteirinho ainda para visitar a cidade.

Seguimos para o Mercado Agrícola, que fica numa parte da cidade que ainda não tínhamos ido. É um mercado bonitinho, mas nada excepcional. Lá conseguimos comer um lanche barato para não sair do Uruguai sem dizer que dá para comer com 20 reais na rua! haha… Comemos um lanche de chouriço e estava bem gostoso.

Lanche de chouriço
Lanche de chouriço

A diferença entre o Mercado Agrícola e o Mercado del Puerto, é que o primeiro é como um mercado mesmo, com tendas de frutas e legumes, mas também conta com uma praça de alimentação mais no estilo de shopping center. O último é mais para comer comidas típicas, especialmente carnes e empanadas. Ambos tem lojas de souvenir.

Mercado Agrícola
Mercado Agrícola

Próximo ao Mercado fica o Palácio Legislativo, que infelizmente ficou de fora do nosso roteiro, pois não conseguimos conciliar os horários de visitação com o restante da nossa visita. Os tours acontecem de segunda a sexta, às 10h30 e 15h e o valor é 3 dólares.

Palácio Legislativo
Palácio Legislativo

Visitamos ainda outros museus, como o Museu dos Presidentes no Palácio do Governo, que fica na Praça Independência. A visita é gratuita, mas eles pedem que você deixe algum documento na portaria para poder entrar. Eu achei muito interessante, pois o prédio é bonito e o museu mostra toda a história do Uruguai como República e seus presidentes.

Ainda na Praça Independência, fica o Monumento a Artigas, que é considerado o herói nacional do país, e no subsolo fica aberto ao público seu Mausoléu. A visita é gratuita e o mausoléu é realmente surpreendente.

O interior do Mausoléu
O interior do Mausoléu

Ainda na Praça Independência, fica o Palácio Salvo, que segundo nosso guia, é cheio de lendas. O único meio de acessar o Palácio é com o tour, mas este custava cerca de 25 reais e achamos muito caro.

Palácio Salvo
Palácio Salvo

Fomos ao Museu da Imigração, na Ciudad Vieja. O museu é bem pequeno e conta apenas com um acervo de fotos, mas o interessante é que podemos visitar as únicas ruínas existentes do muro que cercava Montevideo.

20160609_124846

Segundo o funcionário do museu, nem mesmo os uruguaios sabem que Montevideo já foi cercada por muros, que contornavam onde hoje é a região de Ciudad Vieja. Os muros foram demolidos quando a cidade começou a crescer, mas segundo o mesmo funcionário, ele acredita que isto foi uma desculpa para reutilizar o material usado nas muralhas.

As linhas amarelas indicam onde os muros ficavam
As linhas amarelas indicam onde os muros ficavam

Tudo que sobrou hoje é a Puerta de la Cidadela, um arco entre a Praça Independência e o bairro Ciudad Vieja.

dscf5220

Passeamos um pouco mais pela cidade, compramos o famoso mate na Rua Sarandi, uma famosa rua de comércio em Ciudad Vieja. O guia do walking tour nos alertou que as barracas de rua nunca tem o preço exposto, pois o preço cobrado pelas mercadorias varia de acordo com quem compra e, claro, para estrangeiros é mais caro. Eu comprei meu mate com a bombilla numa barraca que aceitava reais e custou apenas R$20,00, o melhor preço que achei na cidade.

Rua Sarandi
Rua Sarandi

Tendo comprado o mate, queríamos levar a erva conosco também, mas qual não foi nossa surpresa ao ir ao mercado e notar que 90% das marcas de erva são brasileiras? Sabemos que é bem tradicional no sul do país, mas somos de São Paulo e não temos o hábito! Acabamos comprando a única marca uruguaia que achamos, mas confesso que não exatamente gostei da bebida. O guia recomendou comprar o “compuesto”, pois segundo ele, é mais suave e melhor para quem não tem o costume. Achei bem engraçado também que ele disse para não tomarmos café no Uruguai, pois provavelmente era muito ruim já que eles não entendem do assunto, não têm o hábito de beber e não têm tradição.

Hecho en Brasil... haha
Hecho en Brasil… haha

Gostamos muito de Montevideo e dos uruguaios, que foram super simpáticos e atenciosos em todos os lugares que fomos. É uma cidade muito bonita, porém um pouco mais cara do que  imaginamos, especialmente para comer fora.

Gardel
Gardel

A cidade não é muito grande e a maioria das atrações se concentram entre a Ciudad Vieja, onde nos hospedamos, e 18 de julio. Por este motivo, fizemos praticamente tudo a pé.

No dia seguinte pela manhã, para ir ao aeroporto, pegamos o ônibus no Terminal Rio Branco, a uns 15 minutos a pé do hostel. Foi a opção mais em conta, pois pagamos 63 pesos, menos de 7 reais. O trajeto todo foi percorrido em quase 1 hora, mas achei uma excelente opção custo-benefício.

Curiosidades

Quando estava pesquisando sobre a cidade, achei muita coisa na internet sobre trombadinhas agindo especialmente em Ciudad Vieja. Alguns pontos do bairro são realmente “bem estranhos”, com casarões velhos e mal cuidados e pessoas “estranhas” andando pela região, porém, em momento algum me senti insegura e não fui alvo de trombadinhas. É claro que sendo de São Paulo, eu desconfio de tudo e de todos sempre e, consequentemente, estou sempre muito atenta aos meus pertences (até mesmo quando estou em Oulu), mas acho que nunca é demais tomar cuidado quando se é turista.

Há várias lojinhas na cidade que vendem artigos para consumo de maconha, já que a droga estava em vias de ser legalizada quando fomos. Achei interessante.

A bebida tradicional do país é o que eles chamam de medio y medio. É uma mistura de vinho de branco e espumante. É uma bebida bem doce.

dscf5212

Finalmente, nas ruas da Ciudad Vieja você verá vários “remendos” de calçada feito com azulejos bem coloridos. Segundo nosso guia do walking tour, um artista achou que as ruas eram muito cinzas e quis deixar a cidade um pouco mais feliz e começou a colocar os azulejos coloridos por lá.

dscf5205

Colonia del Sacramento e mais Montevideo

Resolvemos ir no ônibus das 9h30, pois o anterior saía às 7h45 e achamos que era muito cedo. Fomos para a rodoviária de ônibus (a tarifa custa cerca de 20 pesos) e “supresa”: o ônibus para Colonia estava cheio de brasileiros! A viagem toda leva mais ou menos 2h30 e apesar de ser um ônibus de viagem com poltronas numeradas, no caminho mais gente foi subindo e seguiu viagem em pé mesmo.

dscf5282

Na rodoviária da cidade tem um pequeno centro de informação ao turista onde pegamos os mapas. Vi que tem também armário para aluguel para quem quiser deixar a mochila por um dia, por exemplo.

Colonia del Sacramento é bem peculiar, pois sua origem é como uma colônia portuguesa e ela ainda guarda seus traços “portugueses”. É uma cidade bem pequenininha também, então um “bate-e-volta” é suficiente para conhecer tudo. Na verdade, lembro que quando fui para Buenos Aires em 2014, cheguei a querer incluir Colonia no roteiro, mas havia tanto o que se ver e fazer em Buenos Aires que a ideia morreu. Mas a hora havia chegado.

"Entrada" da cidade
“Entrada” de Colonia

Há alguns museus na cidade e acabamos comprando um pass por 100 pesos. Na hora pareceu um bom negócio, mas 2 museus estavam fechados no dia: o Municipal e o Espanhol. O museu indígena é um andar apenas com exposições de rochas, o museu do azulejo é menor do que meu quarto de 14m² de Oulu e o que salvou foi mesmo o Museu Português, que não chega a ser grande, mas é o maior de todos e o mais interessante. Se soubesse de tudo isso antes, não teria comprado o pass.

Museu do Azulejo
Museu do Azulejo

Além dos museus, visitamos a famosa Rua dos Suspiros, uma rua em estilo português bem charmosa que ainda mantém suas pedras originais, andamos pelo centrinho histórico e pela orla.

Rua dos Suspiros
Rua dos Suspiros

Não fomos ao Plaza de Touros porque fica um pouco afastado do centro histórico e nem subimos no Farol (25 pesos), porque ele não é assim exatamente alto e não nos empolgou. Almoçamos num restaurante estilo fast food que não cobrava cubierto (todo que não cobram têm uma placa avisando). Aproveitamos também para comprar lembrancinhas, pois os preços estavam mais em conta do que em Montevideo. Andamos mais um pouco pela cidade, visitamos a igreja e já era hora de voltar para a rodoviária com praticamente todos os mesmos brasileiros que vieram com a gente na ida.

dscf5396

É uma cidade muito pequena, mas muito charmosa. Recomendo a visita e chega até a ser um passeio romântico, pois a cidade tem todo o clima. 🙂

dscf5297

Com as 2h30 de viagem de volta, chegamos tarde em Montevideo e voltamos direto para o hostel e nos preparamos para o dia seguinte.

No mapa que pegamos no aeroporto havia indicado vários museus espalhados pela cidade, então decidimos que iríamos visitar todos aqueles que fossem gratuitos. Começamos pelo Museu del Gaucho e y de la Moneda, que fica na 18 de julio. É um museu bem pequeno, mas interessante e a arquitetura em si já valeria uma visita.

Saindo do museu, continuamos seguindo pela 18 de julio e passamos pela Fonte dos Cadeados. Sabe aquela moda europeia de colocar cadeado em pontes? Pois é, no Uruguai os cadeados foram parar numa fonte mesmo! E a ideia é a mesma: colocar um cadeado com as iniciais do casal e o amor durará para sempre. Não sei vocês, mas eu sou mais deixar o cadeado bem aberto e que a pessoa fique comigo por vontade, não porque “o amor está amarrado”… haha!

dscf5442

Chegamos ao Parque Rodó depois de uma boa caminhada. É um parque simpático e tal, mas acho que pode ficar fora do roteiro se você for passar menos tempo na cidade. Não tem nada de especial nele.

Parque Rodó
Parque Rodó

De lá seguimos andando pelas ramblas, beirando a praia. Estava bem frio, então não tinha mesmo ninguém por lá, mas fiquei na dúvida se no verão as pessoas chegam a ir a praia para tomar banho e pegar sol. O objetivo andando por toda a rambla era chegar no bendito “Montevideo Sign“. Quase achamos que não encontraríamos, mas persistimos e chegamos até lá! E foi uma baita de uma caminhada!

Montevideo

Voltamos por Pocitos e paramos no Shopping Punta Carretas que ouvimos dizer ter sido uma prisão no passado, mas não há nada demais no local. Decidimos ir comer no Burger King para economizar… não poderíamos estar mais errados! Dois lanches comuns – que nem eram os mais caros – custaram 70 reais. Eh!

Seguimos voltando sentido ao hostel e paramos no Museu Nacional de Artes Visuais, que fica próximo ao Parque Rodó. O que mais me chamou atenção nele foi que muitos quadros têm uma versão para deficientes visuais. Jamais havia visto isso e achei sensacional.

dscf5489

De volta a 18 de julio, visitamos o Museu de História da Arte, que fica ao lado do prédio da prefeitura. Este museu é bem maior que os outros e tem 3 andares.

dscf5499

Vimos no mapa que havia um Museu do Automóvel na região também, mas quando chegamos lá descobrimos que estava fechado por tempo indeterminado. Fomos, então, ao Museu do Azulejo, que era bem maior do que o museu de Colonia del Sacramento.

Depois de muita caminhada e de visitar vários museus, encerramos o dia passando no supermercado para comprar ingredientes para mais um “macarrão com molho das viagens”. 🙂

Turistando em Dublin

Aproveitei que ficaria dois dias inteirinhos em Dublin para turistar pela cidade. “What?! Mas tu não morou um ano lá? Vai turistar o que?”

Pode parecer muito óbvio que uma pessoa que morou um ano numa cidade tenha conhecido tudo que há nela e dizer que vai fazer turismo soe estranho. Mas encaremos os fatos: nasci em São Paulo e dos meus 27 anos de vida, 25 foram morando aqui. Eu nunca fui ao Mercado Municipal nem ao Jardim Botânico. Deal with that. Não conheci tudo que Dublin tinha a oferecer, porque muitas vezes eu estava com preguiça de sair de casa no frio ou não encarava a vida como uma eterna descoberta irlandesa, afinal, eu morava lá e sempre podia deixar pra semana seguinte… até que o dia de voltar ao Brasil chegou e não deu tempo de fazer tudo.

No dia 1 de janeiro estava quase tudo fechado, mas a fábrica da Guinness estava aberta e esse foi o grande passeio do dia. Eu não bebo cerveja, eu não gosto de cerveja porque acho amargo e não fiz questão de visitar a Guinness enquanto morava em Dublin. Mas voltando para lá como turista, achei que seria uma visita interessante – e eu estava absolutamente certa!

A entrada é bem cara – paguei 16,20 euros comprando online – mas se você fizer uma visita bem feita, vai ficar umas boas 4h lá dentro, então até que vale o preço, ainda mais porque você ganha uma pint, o que por si só custaria uns 6 euros num pub.

Siga as setas!
Siga as setas!

A visita começa contando como a Guinness é fabricada e tudo que está envolvido em sua fabricação. Engraçado é que até o modo como os barris de madeira são feitos é enfatizado. Outro ponto interessante é que até a água que é utilizada na fabricação tem lá seus padrões de qualidade. Aliás, fica a dica, picolé de chuchu, vulgo Alckmin:

O cara estava preparado pra defender até a morte o abastecimento de água para fabricar sua cerveja... e eu aqui bebendo água do volume morte... tem algo errado nessa história!
O cara estava preparado pra defender até a morte o abastecimento de água para fabricar sua cerveja… e eu aqui bebendo água do volume morto… tem algo errado nessa história!

Lá pelo 3º andar, começa o endeusamento de Arthur Guinness e sua família. Sério, eles tratam o cara como uma espécie de padroeiro irlandês! Primeiro Deus, depois St. Patrick e Arthur Guinness. Anyway, o andar que fala sobre ele e a família é muito legal, porque nas paredes há TVs penduradas como se fossem quadros dentro de molduras e em cada “quadro” tem um vídeo contando a história toda. O que me chamou a atenção foi que a senhora Guinness, Olivia, pariu 21 crianças. VINTE E UMA crianças. Não sei vocês, mas quando eu ouço um caso desse não consigo não pensar o que parir 21 crianças não faz com o corpo de uma mulher… Voltando. Destas, 11 crianças sobreviveram à idade adulta e foram elas que deram continuidade ao legado do pai.

Finalmente chegamos ao que interessa: a cerveja. Entramos numa sala cheia de vaporzinho com aromas diferentes de cerveja. Cada botão que se apertava, soltava um aroma diferente em forma de vapor. Nesta mesma sala, colocaram a Guinness em pequenos copinhos para que pudéssemos ir a sala de “prova”. A parte mais legal foi quando o guia disse que “qualquer um que aparente ter menos de 23 anos precisará mostrar o ID. Não se ofendam!” Lá fui eu toda feliz pegar minha Guinness quando a mocinha do balcão me impediu. “Can I see your ID?”. Why not, né, gente? Mostrei e peguei minha mini Guinness.

As olheiras não negam: eu havia dormido apenas 7h nos últimos dois dias! E essa fumaça não é que o você está pensando! hehe...
As olheiras não negam: eu havia dormido apenas 7h nos últimos dois dias! E essa fumaça não é que o você está pensando! hehe…

Na sala seguinte, a guia nos ensinou como se deve beber Guinness e isso foi life changing! Bem, eu não gosto de cerveja e eu sempre achei a Guinness muito amarga! Até então, porém, eu jamais havia bebido uma pint, apenas tinha dado bicada na cerveja alheia e feito careta – tira isso da minha frente! Ela explicou que dar bicadas na cerveja é totalmente errado, pois desta forma, só se sente o amargor. O correto é – prestem muita atenção – respirar fundo, dar um grande gole e soltar o ar enquanto a cerveja é engolida. E juro, quando eu fiz isso eu achei o sabor da Guinness muito agradável! Não testei com outras cervejas para ver se o resultado seria o mesmo, mas acho que se um dia eu voltar a Irlanda, até topo pedir uma Guinness no pub!

Finalmente chegamos ao pub! No penúltimo andar eles dão um mini curso de como fazer a pint perfeita, porque há toda uma regra de como se deve colocar a cerveja no copo! Cada um tem o direito de fazer a sua e beber em seguida.

The perfect pint of Guinness!
The perfect pint of Guinness!

Eles, então, emitem um certificado dizendo que você sabe fazer “the perfect pint of Guinness” e você pode ficar à vontade para saborear sua cerveja. E por incrível que pareça, eu bebi a minha usando a técnica certa e gostei!

Finalmente, no último andar, tem um bar/restaurante de onde se tem uma visão 360º de Dublin. Well, o prédio não é muito alto e Dublin também não tem prédios altos ou atrações turísticas mundialmente conhecidas que pudessem ser vistas de cima, mas de qualquer forma, achei legal ver a cidade “de cima”.

Dublin, prazer!
Dublin, prazer!

Terminada a visita, a ideia era ir aos museus do centro da cidade, mas saí da Guinness quase às 17h, hora que os museus fecham. E como é inverno, já estava escuro também. Voltei para a casa e tive uma noite agradável com todos os envolvidos…

No dia seguinte, sim, fui turistar no centro: passei pelo Stephen’s Green, Grafton Street e Trinity College. Visitei a National Gallery of Ireland, depois o Museu de Arquelogia e, finalmente, o Museu de Artes Decorativas e História. Vale lembrar que os dois primeiros ficam em Dublin 2 e o último em Dublin 7 – e fiz todo o roteiro a pé, o que significa que neste dia andei demais! Todos os museus são gratuitos e cheios de coisa para ver.

Eu até cheguei a dar uma passadinha na Penneys (saudades) neste dia, mas como não poderia gastar muito antes de partir para os outros dois países, me contentei em pegar só o necessário: um par de luvas decentes. Eu tinha um par de luvas de couro que comprei nos EUA por coisa de 10 dólares e adorava! Um belo dia, levando os loirinhos no shopping, enfiei as luvas no bolso do casaco e elas caíram – fiquei bem chateada! Comprei um par por 9 euros achando que eram luvas sintéticas. Quando cheguei no Brasil e fui guardá-las me atento a etiqueta dentro da luva: 100% leather. Eh, dá pra dizer que fiz um ótimo negócio, só resta saber quando terei a chance de usá-las novamente.

Eu morei um ano em Dublin e nunca havia provado o “prato típico” local: fish&chips – eu raramente comia na rua, porque não é assim exatamente barato, então, a oportunidade acabou passando. Neste dia almocei o famoso! Paguei 4,95 euros achando que não me encheria: que engano! Comi até dizer chega e ainda sobrou! Nada de especial no prato, mas agora já posso dizer que comi!

No fim do dia, voltei para a casa da Bárbara exausta! Pedimos uma pizza (então, não estava com saudade de pizza irlandesa, não… haha), tivemos uma noite agradável com o Rick e o R., preparamos nossas malinhas e fomos dormir tarde, mesmo sabendo que às 3h40 acordaríamos para ir para nossa tão falada viagem! hehe…

Eu contra a luz na Grafton. Quem vê pensa que Dublin é ensolarada! hehe...
Eu contra a luz na Grafton. Quem vê pensa que Dublin é ensolarada! hehe…