Budapeste, Hungria II

No segundo dia em Budapeste eu combinei de encontrar com uma brasileira que conheci por acaso num grupo de Facebook. A L. foi muito bacana e me deu várias dicas da cidade, além de checar meu roteiro antes de eu chegar lá. Nos encontramos em frente ao “trenzinho” que leva ao topo do lado Buda, mas subimos a pé.

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O tal trenzinho chega a ser uma atração turística, mas o preço do ticket é muito alto se comparado com o valor da tarifa de transporte público da cidade: 1000 florins ou 1700 comprando ida e volta. Claro que é uma opção recomendada para pessoas mais velhas ou com alguma dificuldade de locomoção, porque para ir a pé é uma boa subida, com escadas bem íngremes em alguns pontos – mas a vista compensa o esforço para chegar ao topo da colina de Buda.

O dia não estava tão bonito, mas está a bela visão que se tem da cidade ao subir a pé
O dia não estava tão bonito, mas esta é a bela visão que se tem da cidade ao subir a pé

No lado Buda há várias atrações. Fomos visitar a Igreja de Matias primeiro e o ticket pode ou não incluir subir na torre com guia. O ticket de estudante com tour e torre inclusos custou 2000 florins (uns 6,50 euros). À princípio eu não queria muito entrar na igreja (já falei várias vezes no blog que não sou fã de visitar igrejas, pior ainda quando é pago), mas confesso que me surpreendi. É claro que é preciso muito fôlego para subir os quase 200 degraus (não tem elevador), mas há 2 paradas onde os guias contam um pouco da história do lugar e no topo, vemos o grande sino da torre e de lá dá para ver o telhado da igreja, que é uma atração à parte de tão belo. Além disso, valeu muito a pena porque a visão de ambos os lados, Buda e Peste, é incrível. Ou seja, a pessoa que não gosta de visitar igrejas está recomendando que você visite esta. 🙂

A vista do topo da torre da igreja e uma parte do telhado
A vista do topo da torre da igreja e uma parte do telhado

Dentro da igreja tem um museu também e está tudo incluso no ticket.

De lá seguimos para o Bastião dos Pescadores, de onde também dá para ter uma visão do lado Peste e do Parlamento Húngaro. Há também restaurantes e lanchonetes no local.

Bastião
Bastião

Ainda do lado Buda fica a Galeria Nacional da Hungria, um prédio lindo, mas que dispensamos entrar porque estava tendo uma exposição especial do Picasso e eu já havia visitado o Museu Picasso em Barcelona, além de ter ido em exposições em São Paulo. OK, isto pode não ser motivo suficiente para não entrar na galeria, mas não estávamos tão interessados assim e achamos um pouco caro para os preços da cidade, já que para ver a exposição permanente e a do Picasso precisaríamos pagar 3200 florins (10 euros). Estávamos mais interessados em visitar o Castelo de Buda, que fica ao lado da galeria e apesar do nome, não é um castelo! Mas esta atração ficou para outro dia, porque estávamos com fome e resolvemos ir comer no Mercado Municipal.

O mercado
O Mercado

O mercado é bonito por fora, mas eu sinceramente não entendi porque é considerado uma das mais importantes atrações. Não há tantos restaurantes assim de comida típica, os preços são um pouco altos e as filas enormes. Tem muitas lojinhas vendendo artesanato e lembrancinhas que, por incrível que pareça, são realmente mais baratas do que no restante da cidade. No térreo há barracas de frutas, legumes, peixes etc e no subsolo fica o Lidl. A fila para comprar o famoso “langos” estava enorme e optamos por comer numa barraca com menos fila.

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Passeamos um pouco pelo mercado e como não ia mais dar tempo de visitar o Castelo de Buda, resolvemos voltar para o hostel e pegar nossas “roupas de banho” para ir nas famosas casas termais de Budapeste. Há inúmeras na cidade, mas as mais famosas são Széchenyi e Géllert. O valor médio do ticket para um dia é 15 euros em ambas, então decidimos visitar apenas uma e numa decisão meio aleatória, optamos pela última.

A piscina principal
A piscina principal

O spa Géllert fica num hotel e o ticket dá direito a permanecer até o local fechar. Chegamos por voltas das 17h, então ficamos até às 20h, quando fechou. Foi muito gostoso, mas o tempo naquele dia não estava dos mais quentes, então pouco aproveitamos a parte externa que tem uma piscina comum e uma piscina de águas termais aquecidas, além de uma sauna. No interior fica a piscina principal (foto acima), mas para usá-la era necessário usar touca (!!!) e eles cobravam o equivalente a 2 euros por uma touca descartável! Ficamos na outra piscina aquecida mesmo. Há mais piscinas aquecidas e saunas de vapor também. Apesar de ter gostado, acho que teria sido melhor ir na Széchenyi – me pareceu maior e mais turístico. Enfim, quem sabe da próxima vez?

Depois de um longo segundo dia que começou com muita caminhada e terminou relaxando no spa, voltamos para o hostel para descansar para nosso terceiro dia na linda Budapeste.

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