Turma de 2015

O programa de Mestrado em Educação e Globalização, ou simplesmente EdGlo, existe desde 2006 – faço parte da 10ª turma. Todos os anos a universidade disponibiliza as estatísticas gerais e do ano vigente do programa.

Desde 2006, o programa recebeu 190 alunos de 56 países diferentes (média de 19 alunos por ano), dos quais 61 vieram da união europeia e outros 129 do resto do mundo, sendo que eu sou a 5ª brasileira aceita. 38% dos alunos são da área de Humanas (tipo eu), 27% de Educação/Pedagogia, 16% de Ciências Sociais, 9% de Economia e 11% de qualquer outra área – o curso não é só para quem é tem formação em educação mesmo.

Em 2015, o programa recebeu cerca de 150 inscrições, mas alguns candidatos foram eliminados já na fase inicial por falta de documentos – eu fiz bem em checar mil vezes se incluí todos os documentos pedidos antes de enviar minha inscrição pelo correio! Depois de processo de seleção, 32 candidatos foram aceitos no programa – o maior número desde 2006, pois segundo os professores “o nível dos candidatos deste ano estava acima da média”.

Claro que a maioria das pessoas quando se inscreve para fazer mestrado geralmente tenta várias universidades – não foi o meu caso porque eu já fiquei muito estressada preparando uma inscrição, iria pirar enviando documentos para mais universidades – e dos 32 aceitos no curso, 20 aceitaram a vaga. Não sei bem o que aconteceu no meio do caminho, mas minha turma tem 16 alunos e tudo que sei é que dois africanos tiveram problemas com emissão de visto e não conseguiram se organizar para chegar aqui no prazo e perderam o direito de matrícula.

A turma de 2015:

3 americanos
1 belga
1 brasileira (no caso, eu aqui)
1 britânico
1 camaronesa
1 chinesa
2 finlandeses
1 espanhol
1 malaia
2 paquistanesas
1 sul-coreana
1 tailandesa

No total, são 10 mulheres e 6 homens, sendo 5 europeus, 3 norte-americanos, 1 africana, 6 asiáticas e só eu da América Latina – provavelmente entrei por cota (just kidding, ok?). A turma é “muito novinha”, já que praticamente todos mundo está na casa dos 20 e eu sou mais velha do que pelo menos 12 dos meus colegas! O mais novo da turma tem 22 anos.

Nem todos têm experiência em sala de aula e alguns, nem formação na área de educação ou licenciatura têm, o que prova que o curso é bem amplo e as possibilidades de carreira depois da formação vão muito além de dar aulas – não que tenha algum problema nisso!

Os dados oficiais estão aqui, porém no ano de 2015 estão inclusos os alunos que aceitaram a vaga, mas não vieram, por isso não está 100% de acordo com a realidade.

Entrada da Faculdade de Educação da Universidade de Oulu
Entrada da Faculdade de Educação da Universidade de Oulu
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4 comentários sobre “Turma de 2015

  1. Achei muito legal saber dessas estatísticas! Adoraria saber mais sobre o meu curso também, não sei se a UCD disponibliza esse tipo de informação…

    E tem poucos brasileiros no histórico do curso, né? Acho que não é todo mundo que tem coragem de enfrentar o frio finlandês…. parabéns!

    1. Bia

      Acho que há poucos brasileiros porque não têm informação. Eu descobri esse mestrado muito por acaso, além disso, acho que todo mundo pensa em qualquer outro país da Europa ou nos EUA quando pesquisa mestrado.

  2. rickmartins

    Fiquei curioso em saber estatisticas do meu curso…mas olha, acho que mesmo os mestrados europeus poderiam aprender com a Finlandia hein.

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