Cabeça vazia, oficina de reflexões

Intercâmbio não é para quem quer, é para quem pode. Não falo de dinheiro, falo de coragem.

Quando algo nem tão bom ou um imprevisto acontece no seu país, perto dos seus amigos, sua família, enfim, da sua vida, é completamente diferente de quando isso acontece em outro país. Acredite. Tem que ser forte.

O que normalmente ocorre numa situação dessas é uma vontade louca de voltar para seu lugar, seu porto seguro, sua zona de conforto. Os planos de ficar meses ou anos no país somem e só se pensa em voltar para casa e ter sua vida de volta. “No Brasil, eu não passaria por isso”, você pensa.

São os altos e, principalmente, os baixos do intercâmbio que fazem a gente aprender com a vida e amadurecer. Eu sei, na hora é muito ruim, mas depois que passar você vai olhar para trás e ver como está mais forte e vai continuar desejando morar 6 meses, 1 ano ou até renovar o visto nesta terra de leprechauns ou seja lá onde você estiver. São fases.

Estou subindo o vale para chegar ao topo novamente. C’est la vie.

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